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Um colaborador enviou essas histórias restaurantescas pra boi ficar insone. E caso durma, ter pesadelos.

“Fomos a um restaurante eu, minha esposa e mais dois amigos. Um dos amigos, meio soberbo, chama o Maitre que já era seu conhecido e começa a fazer o pedido – Quero tal carne com tal acompanhamento, mas por favor, façam direito, da última vez que pedi tava uma bosta! – Eu e minha esposa não sabíamos onde colocar a cara e o Maitre com muita elegância disse: – Sim senhor, vou repassar a sua solicitação para o Chef! (surreal)”.

Caro leitor, está mais que provado que você é mesmo amigo do sujeito a quem define como “meio soberbo”. Talvez ele pense que dizer “por favor” antes de “tava uma bosta” seja muito educado e sequer tenha imaginado que o seu comportamento poderia  deixá-los com vontade de ser tragados por um buraco negro. Sugestão de presente para o próximo aniversário dele aqui.

“Recebemos um cliente no nosso restaurante e ele pediu um prato da carta que possui uma carne que deve ter todo um preparo especial (carne não muito comum nos restaurantes, mas que tem uma saída muito boa no nosso restaurante). Ela é uma carne mais consistente do que o normal mas é muito saborosa. O cliente não conhecia essa carne e queria experimentar. O maitre explicou tudo nos mínimos detalhes para o cliente. Depois de pronto o pedido (a carne foi preparada durante a tarde toda, fresquinha) o maitre serviu o prato para o cliente e se afastou da mesa. Em 30 segundos o maitre foi chamado pelo cliente que já quase levantando disse que aquela carne não deveria ser servida nem para cachorro! Logo em seguida pediu a conta e saiu”.

Ele saiu latindo?

“Um senhor  também entrou no nosso restaurante e apesar das placas indicativas de “proibido fumar” acendeu o cigarro e fumou inteiro apesar do maitre pedir que não fumasse. No segundo cigarro foi solicitado que parasse de fumar ou teria que sair do restaurante, aí ele se retirou do restaurante mas antes de sair foi até um balde grande com gelo e espumantes (de um grupo que estava sendo atendido no restaurante) e serviu seu copo de cerveja vazio com espumante. Depois saiu com o cigarro na boca dizendo que o lugar o restaurante era muito chato! (ele estava bêbado)”

É como diz o ditado: espumante de quem está perto de bêbado não tem dono.

 

(Caro leitor, como você pediu seu nome não será mencionado para evitar perseguições de amigos bêbados furiosos empunhando paletas de elefante. Certo, Ruberval?)

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