Essa história é de uma colaboradora, também sofredora de restaurante, vítima do cliente-que-tem-sempre-razão. Segue o depoimento da pobre vítima:

“Um garçom me chamou dizendo que o cliente acabara de comprar um whisky do Clube do Whisky, mas que se recusava a dar seu nome para que fosse anotado na garrafa. Respirei fundo e fui até a mesa. Expliquei ao cliente que precisava do seu nome para que soubéssemos a quem pertencia a garrafa, do contrário, como poderíamos saber?
A resposta foi “TODO mundo sabe quem eu sou!”.
Disse então que eu não sabia pois era nova na cidade. A contragosto ele respondeu “Paulinho”. Mais uma vez expliquei que precisava do nome completo pois haviam muitos Paulos que poderiam ser chamados “Paulinhos” e que isso serviria para a sua própria segurança, ou qualquer Paulinho poderia dizer que o whisky lhe pertencia.
“Eu sou o ÚNICO Paulinho de Campinas!” – foi a resposta”.

Cara colega, eu te conheço! Já li sobre você sob o pseudônimo de Jó, num livrão grosso. Quanto ao seu nobre cliente, imagino que tenha mudado seu nome para preservar sua identidade, afinal de contas não é todo dia que a Xuxa vai jantar em Campinas.

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